29 de novembro de 2021 às 11:41

ALTO CUSTO E FALTA DE DISPONIBILIDADE COMPROMETEM A TEMPORADA DE VERÃO

Lá vem chegando o verão ..e com ele...a falta de disponibilidade e alto custo ..compromete as férias ....

Crédito:https://www.essemundoenosso.com.br/por-que-o-dolar-turismo-e-mais-caro/

Estamos em um momento complicado para os turistas brasileiros, a falta de recursos que compromete a renda de grande parte da população, dólar e euro em alta devido ás questões mundiais e política nacional, no caminho atravancando o transito, temos os turistas que já pagaram suas viagens e aguardam remarcações, e por ultimo e não melhor, temos a necessidade de fazer caixa novo por parte de todos que vivem do turismo para salvar e manter a vivo seu negocio.

As vendas e procura por férias estão em alta? Sim, estão! Ótimo para o setor. A sensação de melhora inunda os empresários e clientes. Porem atender a demanda tem sido um desafio, não existe equação que sustente este momento, pois quando o turista faz comparativo com períodos anteriores se depara com um aumento substancial de preços, e não consegue entender porque comprou uma viagem ao custo de x e agora a mesma viagem custa y. Como se a alta dos preços pudessem atingir a carne, o combustível, o aluguel e tudo mais, exceto o turismo, que deveria se manter no mesmo preço de 2019. Os preços não param de subir, as cias aéreas e rodoviárias anunciam aumento a cada momento e os hotéis acompanham igualmente.

As viagens internacionais estão nas alturas e ainda apresentam novos elementos para encarecer ainda mais, apresentação de vacinas, testes de covid, protocolos, são tantas regras, que talvez o custo operacional e desgaste emocional inviabilizem a viagem. Imaginemos um casal com dois filhos que tenham de apresentar atestados de vacina e exames de covid (que não é barato), porem,  este casal possua um filho abaixo dos 11 anos, e este ainda não tenha sido imunizado pelas regras atuais, como definir se podem ou não seguir viagem para uma viagem internacional?

Os Navios, estes foram aprovados para virem ao Brasil pela ANVISA. Um bálsamo considerável ao turismo nacional, porem a pergunta é: com que regras? Teremos de fazer teste de covid nos portos? Se sim, com que custo? Quais os protocolos a bordo? Sem isso tudo fica difícil saber se compensará ou não a viagem e o investimento. Ressaltando que mesmo o cruzeiro sendo por rotas brasileiras o custo a bordo dos não incluídos é em  dólar.

A pandemia agora não é do vírus da covid e sim a pandemia de desinformações que temos dia a dia para tomada de decisões.

Impossível criar um manual para atender a todas as duvidas, por isso, o momento agora é de interação com as informações, não acreditar e aceitar uma informação única como absoluta, os agentes de viagens, que sempre foram fontes de referencia, hoje também sofrem com tantos desencontros e mudanças diárias e a internet lotada de fakes prejudicam ainda mais o entendimento.

Vale ressaltar que sempre que temos situações assim, ainda surgem os oportunistas, diante disso, a dica é a mesma de sempre, antes de fazer qualquer movimentação, certifique-se documentalmente que esta tudo nos conformes do seu plano, que é exatamente o que você quer e por ultimo se esta dentro do seu orçamento e separe uma reserva financeira para surpresas que podem aparecer. Mais se lembre, tudo é passageiro e no máximo em março de 2022 o mundo já terá sido resetado e retornado a sua normalidade. Ah..desculpe ... não para os brasileiros, que infelizmente terão de aguardar até novembro pela eleição presidencial, que certamente marcará os desígnios da nação e das políticas econômicas, com reflexos claros para  o turismo.         

Fonte: CLIENT

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